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Aumenta a venda de jornais no mundo

In Mídias Digitais on Junho 2, 2008 at 6:06 pm

Li esta matéria e gostaria de compartilhá-la com vocês.

Vendas de jornais aumentam no mundo todo em 2007

As vendas de periódicos aumentaram 2,57% no mundo todo em 2007, alcançando o total de 532 milhões, enquanto a receita publicitária aumentou apenas 0,86%, informa a Associação Mundial de Jornais (WAN, sigla em inglês).

Por trás desta diminuição da receita publicitária pode estar o aumento do peso das publicações gratuitas, pois, segundo o relatório de Tendências Mundiais da Imprensa divulgado hoje pela WAN, caso se incluam estas, a difusão global de jornais seria de 3,65%.

Trata-se de uma tendência de fundo, pois nos cinco últimos anos as vendas de periódicos progrediram 9,39% e, caso se incluam os gratuitos, o aumento foi de 14,3%.

A conseqüência é um aumento da fração de mercado das publicações gratuitas, que atualmente representam 7% da difusão no mundo e até o 23% na Europa.

Em números absolutos, em 2007 foram distribuídos 41 milhões jornais gratuitos por dia, diante dos 532 milhões de publicações pagas, que em conjunto totalizava 1,7 bilhão de exemplares diários no mundo todo.

A imprensa diária perdeu peso o ano passado no mercado publicitário, com uma fração de mercado de 27,5%, em comparação ao 28,7% de 2006. No entanto, a WAN afirmou que, caso se juntem as revistas, o conjunto da imprensa impressa se mantém como o suporte publicitário mais importante, com 40% do total, contra 38% da TV.

Frente ao arrefecimento geral da arrecadação por publicidade nos jornais pagos, na internet a receita aumentou 32,4% no último ano e 200% no qüinqüênio 2003 a 2007.

Além disso, o número de jornais digitais aumentou no mundo todo 13,77% em 2007, o que fez com que a alta acumulada em cinco anos ficasse em 50,77%.

Fonte: http://economia.uol.com.br/

Lixo

In Mídias Digitais on Maio 27, 2008 at 1:22 am

Você já parou para pensar quantos quilos de lixo já produziu desde que nasceu até hoje? Estima-se que cada ser humano produza, em média, cerca de 1Kg por dia. Para você ter uma idéia, uma pessoa com 27 anos já produziu em média 9800 Kg durante dua vida. O pior não é isso. Você já parou para pensar para onde vai todo esse material? Por mais que não queiramos imaginar, boa parte do lixo que produzimos ainda não é reciclado. Mas você poderia me dizer: mas há os lixões. Sim, mas nem todo material é biodegradável. E nem todo lixo é reciclado. Uma pena, pois muito que vai para o lixo poderia ser reutilizado. Para você ter uma idéia, já existe no mercado um tipo de madeira ecologicamente correta: a madeira plástica. É um produto novo, ecologicamente correto, fabricado a partir da transformação de matérias-primas reaproveitáveis, naturais ou não, e de materiais recicláveis, como resíduos de diversos tipos de plásticos e fibras vegetais. Desse processo são produzidas peças que podem imitar ou substituir a madeira natural. A base do produto é qualquer tipo de plástico reciclável, podendo ser agregado a ele serragem, bagaço de cana, fibra de côco, bambu, casca de arroz, borra de café, sabugo de milho, raspas de couro, algodão, folhas, e mais uma infinidade de outras. O processo de fabricação da madeira plástica é baseado na aplicação de tecnologias modernas e sem queima de combustíveis fósseis, ou seja, é totalmente inofensivo para o meio ambiente.
A madeira plástica pode substituir a madeira natural na construção de decks, móveis de jardim e piscina, piers, cercas, pallets industriais, quiosques e outras peças em que se precisa utilizar um material prático, de alta resistência e que dispensa manutenção. Em locais úmidos ou com excesso de sol, a substituição da madeira natural pela plástica é muito vantajosa.
A madeira plástica pode ser serrada, pregada, fixada, parafusada ou colada. Pode ser comercizalizada também em forma de produtos acabados, como pallets e móveis. Além disso, ela pode ser pintada,
Agora que você já sabe disso, lembre-se: seu lixo pode ser mais útil do que você imagina. Por isso, recicle! O planeta agradece.

Sim ou não

In Mídias Digitais on Maio 27, 2008 at 12:54 am

Durante nossa vida temos que tomar várias decisões, sempre tendo que responder sim ou não. E esta resposta pode mudar totalmente a direção dos nossos planos. Vou citar um exemplo. Sempre tive medo de colocar a cabeça dentro da água, quer seja em piscina ou no mar. Este ano tomei uma decisão radical: vencer esse medo. Em janeiro mergulhei cerca de 8 metros no mar. Foi uma decisão difícil, principalmente antes de pular no mar. Confesso que fiquei uns 10 minutos na ponta do barco, com aquela dúvida: vou ou não vou. Mas a vontade foi maior que o medo e pulei. E qual não foi minha alegria ao ver as diversas espécies marinhas no fundo, nadando tranquilamente. Mesmo o respirador tendo saído da minha boca (até agora não entendi por que), pude ter a certeza que não morreria tão facilmente sem ar. Valeu o susto.
Mas por que estou citando esse exemplo? Simples. Para mostrar que vale a pena correr riscos, mesmos que os medos sejam maiores. Qualquer que seja o seu sonho, lute por ele. Se pensamentos inoportunos teimarem em pairar sobre sua cabeça, faça como eu: pule no mar dos seus sonhos. Você vai se surpreender com as coisas que irá encontrar. E não desanime se o “respirador” sair. Pegue-o de volta e continue o mergulho.
Ah! Só a título de curiosidade, meu outro mergulho não será em alto mar. E sim no ar. Pretendo pular de asa delta. Mas ainda não sei quando. Ainda estou na beirada, pensando…

 

Parece estranho, mas não é

In Mídias Digitais on Março 25, 2008 at 1:15 am

Segundo uma pesquisa feita por uma universidade inglesa, quando lemos um texto, damos, sobretudo, importância à primeira e última letra das palavras, mesmo alterando a ordem das letras do meio. Dessa forma, conseguimos ler o texto. 

Confira você mesmo:

Cnofrome um etsduo de uma uvinesriadde ignlsea, tntao faz a sqeünêica em que as ltreas se ecnonrtem nas plaarvas. O úicno foatr ioptrmatne é que a pmirirea e a úmtlia ltrea etseajm no dvedio lgaur. O rsteo pdoe etsar em ttoal dseroedm que msmeo aissm cnsoeuigoms ler. Itso se dvee ao ftao de não lromes as ltreas mas sim as plaarvas itnreias.

Teresa Orrú

Sacos plásticos: da comodidade à poluição

In Mídias Digitais on Março 18, 2008 at 1:21 am

No final da tarde você passa na padaria e compra dois paezinhos. Quando passa a mercadoria no caixa, automaticamente a atendente a coloca em uma sacola plástica. Essa é uma situação que se repete a cada minuto, no mundo todo. Por ter se tornado algo tão comum no nosso dia-a-dia, essa atitude não é levada em conta pela maioria das pessoas quando o assunto é poluição.Para se ter uma idéia de quanto os sacos plásticos, além de poluirem rios e mares, também causam grandes desastres na vida marinha, pois muitos animais confundem o material com comida. Os sacos plásticos, se jogados no mar, podem acabar matando os animais estrangulandos ou engasgados ao engolir essas embalagens.

Em geral, os sacos plásticos parecem mais práticos que os de papel, mas não são biodegradáveis, além de serem fabricados a partir de petróleo, um recurso não-renovável, e o tempo de decomposição do papel varia de duas a quatro semanas, enquanto os sacos e copos plásticos podem variar de 200 a 450 anos.

Outro problema causado pelos sacos plástico em relação à tinta utilizada nos logos e desenhos impressos. A tinta usada contém cádmo, um metal pesado e altamente tóxico. Assim, cada vez que um saco plástico impresso à tinta é incinerado, gases tóxicos são liberados.

Mas o que fazer? Uma opção simples e barata são as sacolas retornáveis. Além de mais ser barato para o comerciante é melhor para o planeta, pois o custo ambiental é muito baixo.

Já existem empresas que fabricam sacolas retornáveis com estampas diferenciadase criativas. Agora, é só escolher a que mais lhe agrada e ir às compras. Além de estar na moda, você ajuda a não poluir (ainda mais) o planeta.

Teresa

Internet: mocinha ou vilã?

In Mídias Digitais on Março 11, 2008 at 12:56 am

Hoje em dia é difícil, para não dizer impossível, imaginar um mundo sem a Internet. E-mails, sites, blogs, jornais e revistas on-line, entre outros, são itens indispensáveis na vida moderna. O engraçado é que esses itens foram criados a poucos anos, comparado à outras invenções, como o telefone e a energia elétrica.

Muito mais que trabalho, a rede mundial de computadores faz parte da vida íntima de muitas pessoas. Amigos, namoros e até casamentos se consolidam com os avanços tecnológicos. Há até quem traia pela internet.

A troca de informações que se processam a cada segundo é impressionante. São inúmeros dados: pessoais, profissionais, bancários. Porém, tantas facilidades também podem induzir a riscos. Hackers criam vírus que podem destruir o HD de uma máquina em segundos; outros conseguem senhas bancárias e causam prejuízos incalculáveis a empresas.

Não há como negar que a Internet veio para revolucionar o mundo, mas é preciso lembrar que por tráz de uma criação há sempre pessoas e nem todas estão a fim de ajudar, muito pelo contrário, sempre há interesses econômicos. Toda tecnologia tem seu preço e precisamos ser cautelosos ao pagarmos por ele. É preciso muito cuidado ao navegar pelo mar de informações que a tela de um computador nos oferece. Nem sempre as águas são tranquilas o bastante. Todo cuidado é pouco.

Teresa Orrú