Comunicação e Tecnologia

Antes tarde do que nunca

In Mídias Digitais on Abril 17, 2008 at 6:16 pm

O brasileiro tem uma séria mania de deixar as coisas para a última hora, um bom exemplo é na declaração do imposto de renda. Esta mania pegou também o poder público pelas duas mãos e não quer largar mais.

O país passa por uma, digamos, assustadora queda em certas produções agrícolas. Em certas, porque a cana de açúcar vai bem obrigado! Sofremos com a falta de trigo, que temos que comprar dos hermanos vizinhos, o feijão custa uma fortuna, chegou aos R$9 reais o quilo. A baixa aconteceu por causa da cana, muitos produtores vêem mais vantagens no álcool do que no prato de feijão.

Voltando ao trigo, o pão está cada vez mais caro, toda semana uma projeção de aumento, além do pão, agora também o macarrão. Dizem que vai faltar o pãozinho na mesa dos brasileiros, por que a produção de trigo não é o suficiente. A última safra do país foi de 3,8 milhões de um total de 10 milhões consumidos pela população

E como a mania aqui é deixar para a última hora, e há tempos ouço falar na baixa produção,o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, enfim anunciou que haverá incentivo por parte do governo federal para o aumento da produção do trigo tupiniquins. Antes tarde do que nunca, aliás, o ministério poderia trabalhar mais e criar outros pacotes de incentivo a produção rural. Com tanta terra neste país e tanta gente querendo trabalhar, seria ótimo o Brasil ser auto-suficiente também nos alimentos que vão a mesa, a feira ou ao supermercado.

  1. Mas é aí que está a irreverência dos políticos que comandam esse país, que ano é esse?
    2008, ano de Olimpíadas, ano importante! O povo lembra disso, mas se esquecem que é ano de eleições!! Na obrigação de todo mundo escolher um candidato que não irá roubar como os outros, não irá se aproveitar de uma posição importante na cadeira do Senado, da Câmara.

    E em quem iremos votar? Em um candidato mais fraco que sabemos que ELE(A) poderá mudar um pouco o jeito de governar, mas o que acontece, poucos votos, que acabam indo para o partido, que acabam indo para quem tem mais votos e quem se reelege é um político com cara de mocinho e descobrimos o vilão que sempre foi.

    Vamos pensar melhor nos números que iremos teclar nas urnas!